<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306</id><updated>2011-04-22T05:20:16.266Z</updated><category term='Anime'/><category term='PC'/><category term='Nintendo DS'/><category term='Notícia'/><category term='GameBoy Advance'/><category term='Mini-Crítica'/><category term='Análise'/><category term='Artigo de opinião'/><category term='Playstation 2'/><title type='text'>Mind Gamer</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-3185856457514449922</id><published>2009-01-15T14:46:00.004Z</published><updated>2009-01-29T21:07:38.209Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nintendo DS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análise'/><title type='text'>Dragon Ball: Origins</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SW9OQYQc8AI/AAAAAAAAAEQ/m-uC3JwdWP8/s1600-h/boxart+dragon+ball+origins.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 182px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SW9OQYQc8AI/AAAAAAAAAEQ/m-uC3JwdWP8/s200/boxart+dragon+ball+origins.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291534130479951874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dragon Ball, uma série de culto… Dezenas de jogos já foram desenvolvidos com base nesta licença e apesar da maior parte das experiências serem apenas de qualidade satisfatória, este anime é tão popular que quando um novo jogo baseado na saga é anunciado, gera-se sempre enorme furor em volta dos fãs. Dragon Ball: Origins foi o último desta extensa lista a ser lançado e já lá vão cerca de 20 anos desde que a primeira temporada veio ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é precisamente em torno de parte da primeira série que este Origins se baseia. O protagonista é o famoso Goku, uma criança humilde que viveu de maneira simples ao longo dos primeiros anos da sua vida. Dotado de um apetite voraz e de uma força fora do vulgar, Goku é um rapaz que se encontra sempre disposto a ajudar alguém numa situação de aflição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueçam as lutas colossais que envolvem tiranos como Cell e Frieza. Nesta primeira abordagem do anime, as aventuras são bastante inocentes e encontra-se presente um estilo mais cómico e alegre. O enredo é bastante simples. Bulma, uma jovem rapariga que tem ideais bem definidos, encontra Goku por casualidade e o incita a auxiliá-la na busca pelas 7 bolas de cristal, que quando reunidas, permitem a realização de um desejo através de um pedido ao dragão Shenron. É esta a premissa de grande parte do jogo: encontrar as bolas do dragão. E pelo meio podem deparar-se com as mais diversas aventuras que causaram furor na série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins5.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Origins é um jogo de acção e aventura que faz total uso do ecrã táctil da consola. Controlamos Goku com a stylus, tanto para nos deslocarmos como para derrotar os oponentes, explorar caminhos, resolver enigmas ou qualquer outra acção do jogo. Yap, a magia de Phantom Hourglass está claramente presente neste título e embora a jogabilidade de Origins não esteja tão aprofundada como a de The Legend of Zelda, encontra-se igualmente excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os controlos encontram-se muito bem implementados. Temos à disposição várias combinações de golpes, onde se incluem os corporais, golpes com o bastão mágico e podemos mesmo usar o clássico Kamehameha. E ainda temos a oportunidade de evoluir as skills do nosso personagem colectando esferas azuis, numa das poucas abordagens RPGs do jogo. Estas skills são indispensáveis, quer seja em fases de combate, quer seja em fases de exploração, onde dezenas de labirintos vos esperam e todos recheados de enigmas (bem simples, por sinal) e extras como figuras de colecção (com direito a animação). Por vezes, o ecrã táctil não detecta correctamente o movimento e acabamos por executar outro em vez do pretendido, mas além disto ser raro, não afecta a experiência de jogo, que é envolvida por uma jogabilidade rápida, fluída e intuitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins9.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quando começamos a jogar, a primeira coisa que salta à vista é o grafismo primoroso de Origins. Tanto as personagens principais como os inimigos encontram-se muito bem retratados e dão um estilo muito cómico ao jogo, provocando um sentimento de nostalgia muito agradável para quem viu a série na infância. O ambiente todo em 3D está um regalo para os olhos, mas apesar dos cenários se encontrarem bem representados, pecam por alguma falta de diversidade ao longo do jogo. Mas não há dúvidas que a arte de Akira Toriyama é um dos pontos fortes deste título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que ocasionalmente o jogo sofra de significativas faltas de fluidez, com a acção a ficar muito lenta, em casos onde o número de inimigos no ecrã seja considerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins8.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O jogo encontra-se dividido em vários episódios que contam a história de uma forma muito agradável e leve. A comédia predomina e algumas cutscenes chegam a puxar-nos as lágrimas aos olhos de tanto rir. Destaque também para os bosses que complementam grande parte dos episódios (Oolong, Ox King, Yamcha, Pilaf... todos marcam presença).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de haver uma boa variedade de missões, o jogo começa a tornar-se repetitivo a médio prazo devido ao enorme número de labirintos e ao facto de termos de repetir algumas zonas em missões extra que pouco acrescentam às principais. Mas se mesmo assim, adorarem todo o jogo e não o conseguirem largar, existe a possibilidade de melhorarem os vossos tempos com vista a obterem figuras de colecção novas ou apenas para prestígio pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins10.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na componente sonora, Origins cumpre. As melodias de fundo são agradáveis (embora repetitivas), apesar de não terem nada de transcendente. Os efeitos sonoros encontram-se fiéis à realidade e por vezes, os personagens emitem falas, normalmente em situações hilariantes. É certo que neste campo, o jogo podia estar muito mais desenvolvido, mas não chega a desiludir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins3.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Em suma, Origins é um dos melhores jogos baseados na licença Dragon Ball. Com uma duração que ultrapassa facilmente as 10 horas de jogo no modo história principal (multiplicadas se quiserem completar praticamente tudo o que o jogo oferece), esta é uma experiência simples e de dificuldade baixa, que agradará tanto a fãs de Dragon Ball ou a quem apreciar um excelente jogo de acção e aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/FNintendo%202/dragonballorigins6.jpg" alt="Image" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pontos fortes:&lt;/span&gt; Ambiente Dragon Ball recriado perfeitamente. Jogabilidade divertida e intuitiva. Comédia em volta do jogo. Personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pontos fracos:&lt;/span&gt; Por vezes, os controlos não respondem correctamente. Nalgumas situações verificam-se faltas de fluidez. A componente sonora devia estar mais trabalhada. Não adequado a quem procura um título desafiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota Final:&lt;/span&gt; 17/20&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-3185856457514449922?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/3185856457514449922/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=3185856457514449922' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3185856457514449922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3185856457514449922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2009/01/dragon-ball-origins.html' title='Dragon Ball: Origins'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SW9OQYQc8AI/AAAAAAAAAEQ/m-uC3JwdWP8/s72-c/boxart+dragon+ball+origins.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-8975799751812107509</id><published>2008-12-03T16:07:00.005Z</published><updated>2008-12-03T16:34:29.649Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mini-Crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GameBoy Advance'/><title type='text'>Mini-Crítica # 5 - Metroid: Zero Mission</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/STawS5p7h2I/AAAAAAAAAEA/gXCZVJWblQc/s1600-h/motherbrain.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275597852271937378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/STawS5p7h2I/AAAAAAAAAEA/gXCZVJWblQc/s200/motherbrain.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Metroids Extermination&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Enredo:&lt;/strong&gt; Zero Mission apresenta-se como um remake do Metroid original da NES. Encarnamos no papel de Samus na sua primeira aventura, com o objectivo de derrotar os Piratas do Espaço e seu chefe, Mother Brain, que se infiltraram no planeta Zebes com o intuito de esconderem criaturas de enormes poderes maléficos, designadas Metroids. Apesar de ser um remake do original, Zero Mission difere muito do jogo da NES na forma como o enredo se desenrola e além disso, contém cenas inéditas não vistas no original. De referir que o jogo não possui muitos diálogos, sendo grande parte da trama contada através de cutscenes animadas. Na minha opinião, uma boa opção por parte da Nintendo, já que neste tipo de jogos, o foco principal é a acção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grafismo:&lt;/strong&gt; A nível gráfico, Zero Mission está bastante interessante. Os cenários encontram-se bem caracterizados, havendo uma grande diferenciação entre as várias zonas do planeta Zebes (locais de lava, cavernas com tons mais escuros…) e os inimigos não ficam atrás, estando presentes em grande quantidade e variedade, havendo um óbvio destaque para os belíssimos bosses. A própria Samus está soberba e a animação nos combates é bastante agradável aos olhos, com uma significativa variabilidade de efeitos e cores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogabilidade:&lt;/strong&gt; O ponto mais forte de Zero Mission, sem dúvidas. Uma mecânica simples, mas que encaixa perfeitamente no formato portátil do GameBoy Advance. Um excelente shooter que dá prazer jogar de início ao fim. Temos vários poderes ao serviço de Samus que vamos adquirindo à medida que completamos o jogo, entre os quais se encontram a popular Morph Ball (necessária para passagens mais baixas), os raios de gelo (mais poderosos que os raios originais e que permitem congelar inimigos, sendo bastante úteis em vários casos), o Speed Booster (que nos permite atingir altas velocidades, o que leva à destruição de blocos e inimigos), entre muitos outros. De referir que além da vertente shooter, Zero Mission também nos incita à resolução de alguns puzzles e exploração de passagens escondidas. Para finalizar o campo da jogabilidade, refiro as sequências de acção furtiva que o jogo toma numa determinada altura da aventura, que embora não sendo tão apelativas como a vertente shooter, são igualmente divertidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Som:&lt;/strong&gt; Na componente sonora, Zero Mission também dá cartas. Dotado de temas que se adaptam bastante bem ao ambiente de jogo, este título proporciona-nos momentos que nos incitam a parar de jogar apenas para apreciarmos as belas melodias da aventura (dou especial destaque ao tema de Kraid). Os efeitos sonoros também se encontram a um bom nível, já que são bastante realistas e dão um toque intenso à batalha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Metroid: Zero Mission é uma excelente proposta no catálogo do GBA. Uma experiência intuitiva e divertida, que peca principalmente no facto da aventura ser muito curta, mas ainda assim, esperem uma experiência desafiante, chegando a ser frustrante se jogarem no modo mais difícil. Destaque também para um grande extra que recebemos ao completar a aventura: o Metroid original da NES, que apesar de não ser tão agradável de jogar como Zero Mission, merece uma vista de olhos, quer seja pela curiosidade de conhecer uma das grandes obras de 1986, quer seja simplesmente pela sensação de nostalgia. Em suma, Metroid: Zero Mission é uma experiência que merece a vossa atenção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final: (&lt;span style="color:#009900;"&gt;+&lt;/span&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-8975799751812107509?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/8975799751812107509/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=8975799751812107509' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8975799751812107509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8975799751812107509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/12/mini-crtica-5-metroid-zero-mission.html' title='Mini-Crítica # 5 - Metroid: Zero Mission'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/STawS5p7h2I/AAAAAAAAAEA/gXCZVJWblQc/s72-c/motherbrain.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-8884436860450437251</id><published>2008-10-06T14:41:00.013Z</published><updated>2008-10-06T17:09:53.878Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mini-Crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Playstation 2'/><title type='text'>Mini-Crítica # 4 - Okami</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254074038751785682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SOo4gD9m8tI/AAAAAAAAADw/_skOZ7kqwGk/s200/okami.bmp" border="0" /&gt;Um mundo diferente? Uma obra de arte? Um jogo? Okami...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Enredo: &lt;/strong&gt;O enredo de Okami está longe de ser complexo. O jogo coloca-nos na pele de Amaterasu, Deusa do Sol, que terá a missão de libertar o Japão da maldição do impiedoso Orochi, que deixou as terras nipónicas abraçadas pela escuridão e seus habitantes tranformados em pedra. Anteriormente, Amaterasu já tinha vencido Orochi na forma de lobo, mas a Deusa acabou por sucumbir no final, perdendo todos os seus poderes. Preservada a sua alma imortal numa estátua de pedra, Amaterasu é reavivada mais tarde pelo espírito da terra para ajudar a combater Orochi, que se encontra novamente livre. Sendo este o nosso objectivo principal, iremos percorrer (em busca dos nossos poderes) um mundo recheado de fantasia, enriquecido com as mais diversas lendas do Japão, formando um enredo, que embora não seja perfeito, é agradável ao ponto de prender o jogador ao ecrã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Grafismo&lt;/strong&gt;: Um dos pontos mais fortes de Okami é o seu belíssimo grafismo. A Clover deu-se ao trabalho de retratar todo o ambiente nipónico em Cel Shading, com traços muito fortes e uma paleta de cores soberba. Passando pelos cenários, os inimigos, os animais, as personagens, a vegetação... tudo se encontra exemplarmente criado. Este ponto confere ao jogo uma arte inexplicável, dando a ideia de estarmos a jogar dentro de uma pintura. Resultado: um dos jogos mais belos de que há memória.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Jogabilidade: &lt;/strong&gt;No que diz respeito à jogabilidade, a óbvia inspiração de Okami dá-se pelo nome de The Legend of Zelda. Principalmente no que toca às sequências de exploração e resolução de enigmas, nota-se claramente que a magia do franchise da Nintendo se encontra presente. Mas Okami também consegue inovar neste aspecto. Tendo a ajuda de um engenho chamado Celestial Brush, basta-nos desenhar formas definidas no ecrã para despertarmos poderes que nos permitem interagir de diversas formas tanto com o cenário, como com os inimigos. Podemos cortar objectos ao meio, fazer florescer as terras amaldiçoadas, mudar o dia para a noite (e vice-versa), incendiar inimigos... Enfim, diversidade neste campo não vos vai faltar. De realçar que Amaterasu não tem todos os poderes disponíveis no início da aventura, tendo para isso de os conquistar à medida que avançamos no jogo. Também podemos fazer melhoramentos ao nosso personagem (acrescentado baldes de tinta para uso do Celestial Brush ou aumentado a barra de vida, por exemplo), bastanto para isso recolher fé dos habitantes do Japão e dos animais, que é ganha através das nossas boas acções.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Som: &lt;/strong&gt;Okami também é muito forte na componente sonora. Apresentando melodias doces ao ouvido, o jogo é banhado por temas tradicionais Japoneses, tocados com típicos instrumentos nipónicos. As vozes não são faladas, sendo uma espécie de grunhidos, que apesar de soarem algo irritantes ao início, acabam por ser "aceites" à medida que jogamos. Os efeitos sonoros também se encontram bem produzidos. Combina tudo muito bem com o ambiente de jogo, transmitindo uma sensação de viagem pelo belo Oriente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nota: &lt;/strong&gt;Okami é uma experiência única, que pode ultrapassar facilmente as 40 horas de jogo. Estranha-se ao início, mas depois entranha-se, sendo uma aventura fácil, sem grandes desafios e que agradará ao jogador que procura algo diferente, mas relaxante. O único senão do jogo é que poderão sentir-se facilmente aborrecidos se jogarem durante algum tempo seguido, por isso aconselho-vos a fazê-lo com intervalos regulares. Independentemente deste aspecto, Okami é uma pérola e qualquer jogador que se preze deve dar-lhe uma oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final: (&lt;span style="color:#000099;"&gt;++&lt;/span&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-8884436860450437251?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/8884436860450437251/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=8884436860450437251' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8884436860450437251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8884436860450437251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/10/mini-crtica-4-okami.html' title='Mini-Crítica # 4 - Okami'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SOo4gD9m8tI/AAAAAAAAADw/_skOZ7kqwGk/s72-c/okami.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-5046851697986496812</id><published>2008-09-13T19:31:00.000Z</published><updated>2008-09-13T19:43:49.743Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anime'/><title type='text'>My Anime List</title><content type='html'>Embora não seja meu hábito fazer referências a anime no blog, o que é certo é que eu sou um grande apreciador deste tipo de entretenimento. Desde pequeno que séries como DragonBall fazem as minhas delícias, mas apenas recentemente é que comecei a valorizar realmente o anime e neste momento posso dizer que sou um espectador regular. Por isso, venho aqui apresentar a minha lista de anime, onde também podem contar com uma pequena avaliação dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.cristalab.com/images/anime/evangelion/shinji-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://myanimelist.net/animelist/ryuuzaki_pt"&gt;http://myanimelist.net/animelist/ryuuzaki_pt&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-5046851697986496812?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/5046851697986496812/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=5046851697986496812' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/5046851697986496812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/5046851697986496812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/09/my-anime-list.html' title='My Anime List'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-8611250454996742831</id><published>2008-08-19T09:24:00.000Z</published><updated>2008-08-19T09:34:25.618Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>G.E.R.M.A.N.'s home</title><content type='html'>Venho aqui anunciar a apresentação da minha colecção no site vgcpt.com, o melhor site de coleccionadores de videojogos em Portugal. É de frisar que não se encontram lá todos os meus jogos, pois alguns não os encontro, outros estão emprestados e alguns não são originais. Mas sempre dá para verem o que existe aqui no meu cantinho. E já que passam pelo site, porque não aproveitam para partilhar também a vossa colecção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236158897395933554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SKqSxlrJIXI/AAAAAAAAACc/_RL1ajASE9U/s400/G.E.R.M.A.N.%27s+home.png" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-8611250454996742831?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/8611250454996742831/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=8611250454996742831' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8611250454996742831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8611250454996742831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/08/germans-home.html' title='G.E.R.M.A.N.&apos;s home'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SKqSxlrJIXI/AAAAAAAAACc/_RL1ajASE9U/s72-c/G.E.R.M.A.N.%27s+home.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-1156080104785208186</id><published>2008-07-21T08:46:00.000Z</published><updated>2008-07-25T11:04:41.135Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo de opinião'/><title type='text'>Que filme é que estás a jogar?</title><content type='html'>Desde há uns tempos para cá que as coisas mudaram no ramo dos videojogos. Parece que encaixar peças para destruir linhas já não é um passatempo e comer bolinhas enquanto se é perseguido por fantasmas também está fora de moda. Os tempos mudaram. A jogabilidade simples e inocente de outros tempos veio dar lugar a experiências videojogáveis suportadas por ambientes cinematográficos, com o intuito de fazerem o jogador viver o jogo. Parece que já não é preciso vasculharmos um DVD para passarmos a nossa tarde. Não se levantem da cadeira, liguem as colunas, apaguem as luzes e preparem as pipocas porque o jogo vai começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225387767385055650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_k2ofSsI0RpA/SIROfTioYaI/AAAAAAAAAB8/mg38Nf6SDk8/s320/halo+3.bmp" border="0" /&gt; Obras inocentes com um ambiente sereno, melodias humildes e gráficos simples parecem ser cada vez mais raras nos dias de hoje. A pureza doutros tempos veio dar lugar a títulos cada vez mais realistas, com temas bastante sonantes dentro da nossa sociedade e que tentam recriar um ambiente duro e intenso, que nos faz reflectir e nalguns casos, sentir emoções. Numa indústria cada vez mais ambiciosa e repleta de ideais futuristas, o único propósito de diversão não basta. Os orçamentos elevados aliados à evolução tecnológica permitem às produtoras criar obras verdadeiramente cinematográficas, capazes de corar alguns filmes de Spielberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225389735192831938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_k2ofSsI0RpA/SIRQR2MkJ8I/AAAAAAAAACE/8mPb0HLH5yI/s320/call+of+duty+4.jpg" border="0" /&gt;Vamos, então, a exemplo concretos. Qualquer jogador que se preze conhece, certamente, a saga Metal Gear Solid. Cutscenes longas, mas intensas, aliadas a um ambiente de jogo fabuloso fazem desta série uma jornada verdadeiramente grandiosa, capaz de deixar o jogador mais insensível com uma lágrima ao canto do olho, ao belo estilo de um épico de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro exemplo bastante possante é Fahrenheit. Esta pérola apresenta personagens bastante credíveis que possuem um carisma impressionante. O ambiente sorumbático é acompanhado por uma banda sonora de luxo e sequências de acção que nos trazem à memória filmes como Matrix. Este jogo transpira cinema por todos os cantos e bastam umas boas colunas e luzes apagadas para se sentirem autênticos espectadores deste filme interactivo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tal como estes que enunciei, existem tantos outros. Basta jogarmos uma campanha de um Call of Duty ou de um World in Conflict para vermos o quão cinematográfico se encontram os jogos de hoje em dia.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ajzuwhrZhVc&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ajzuwhrZhVc&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/l90ax6JdRbU&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/l90ax6JdRbU&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Comparando uma vez mais com os títulos antigos, a indústria actual está a tomar um rumo que talvez há 20 anos atrás parecesse improvável: tornar os videojogos verdadeiras obras cinematográficas. A singeleza de um título que tem como objectivo fazer perder-nos 5 minutos do nosso lazer é cada vez mais rara. Os videojogos são cada vez mais experiências realistas, onde muitas vezes o factor diversão é passado para segundo plano, mas por outro lado, a relação destes com os jogadores toma um caminho mais profundo. Claro que não são todos, mas nos tempos que correm, pipocas a acompanhar a nossa jogatina são sempre um bom complemento.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225394576829460914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_k2ofSsI0RpA/SIRUrqssMbI/AAAAAAAAACM/4FpHBlWGq3U/s320/popcorn.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-1156080104785208186?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/1156080104785208186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=1156080104785208186' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/1156080104785208186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/1156080104785208186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/07/que-filme-que-ests-jogar_21.html' title='Que filme é que estás a jogar?'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_k2ofSsI0RpA/SIROfTioYaI/AAAAAAAAAB8/mg38Nf6SDk8/s72-c/halo+3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-8758604080193257763</id><published>2008-05-04T13:49:00.000Z</published><updated>2008-05-04T15:15:26.058Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mini-Crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GameBoy Advance'/><title type='text'>Mini-Crítica # 3 - DragonBall Z: Legacy of Goku</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.geocities.com/hibiki_cocken/dbz1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" height="242" alt="" src="http://www.geocities.com/hibiki_cocken/dbz1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O jogo escolhido para a 3ª Mini-Crítica, pertence à licença de uma das melhores séries de anime de todos os tempos: DragonBall. Mas será que o jogo da portátil Nintendo faz jus ao nome DragonBall que tantas horas nos fez perder colados ao ecrã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enredo:&lt;/strong&gt; O enredo é fiel à série, transportando-nos para os cerca de 100 primeiros episódios da série Z, desde o aparecimento de Raditz, irmão de Goku pertencente ao povo dos Guerreiros do Espaço, até ao confronto final com o tirano Freezer. Contem com várias missões pelo meio: busca de Gohan, treino com Kaib, batalhas contra Nappa e Vegeta, confrontos em Namek... Tudo muito fiél à série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grafismo:&lt;/strong&gt; Em termos gráficos, Legacy of Goku encontra-se a um bom nível. Os cenários, apesar de não variarem muito, fazem-nos recordar paisagens da série anime. Não são de babar, mas encontram-se bem representados, o mesmo acontecendo com as personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogabilidade: &lt;/strong&gt;Sem dúvida, o ponto mais fraco do jogo. Os combates são desinteressantes e não divertem muito (tirando aqueles mais épicos), além de que o controlo da nossa personagem é básico, não havendo espaço para grandes inovações (esqueçam grandes combinações de ataques). Apenas nos podemos movimentar em quatro direcções (cima, baixo, esquerda, direita) e temos pouca variedade de ataques, assim como de inimigos. Em termos de exploração, as quests são secantes e as recompensas também não são muito apelativas: apenas alguns pontos de experiência para subir o nível da nossa personagem. Também podemos voar, uma boa ajuda nas nossas tarefas. Todo o jogo é muito simples e sem grandes desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Som:&lt;/strong&gt; O ponto mais forte do jogo. As melodias são interessantes (com destaque para a música de introdução) e não cansam os ouvidos e os efeitos sonoros nem se encontram muito maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota: &lt;/strong&gt;Para finalizar, refiro a curtíssima longevidade. Para um RPG, menos de 5 horas de jogo é muito pouco. DBZ: Legacy of Goku é um RPG básico, muito simples e sem grande profundidade. Talvez se tivessem desenvolvido um pouco mais o jogo (sistema de combate, interface, longevidade...), o resultado fosse outro. Apenas aconselhado a verdadeiros fãs de DragonBall, que pretendem viver um pouco do enredo da série Z.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final: (&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;~&lt;/span&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-8758604080193257763?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/8758604080193257763/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=8758604080193257763' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8758604080193257763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8758604080193257763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/05/mini-crtica-3-dragonball-z-legacy-of.html' title='Mini-Crítica # 3 - DragonBall Z: Legacy of Goku'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-3998187995250182462</id><published>2008-03-25T23:42:00.000Z</published><updated>2008-03-26T00:05:30.107Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PC'/><title type='text'>Portal</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181831289733668802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R-mQGn6UX8I/AAAAAAAAABo/Iu3uWheaQl0/s200/1007Portal.jpg" border="0" /&gt;Corria o ano de 2005, quando a Valve Software conheceu um projecto universitário, de seu nome Narbacular Drop, que incitava os jogadores a ultrapassar vários enigmas, utilizando uma técnica de portais. Ao deparar-se (e babar-se) com tal conceito, Gabe Newell, o presidente da Valve, integrou os estudantes na sua equipa para que estes, com a ajuda das ferramentas necessárias, pudessem desenvolver o jogo. E foi assim que nasceu Portal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou aqui, estou ali, estou em cima, estou em baixo, estou no início da sala, estou no fim da sala, estou perto disto, estou longe daquilo… É esta a mecânica de Portal, um dos jogos que integram a Orange Box. Ao longo de todo a aventura, apenas temos direito a uma arma que nos permite criar portais, que nos vão ajudar a ultrapassar os 19 níveis existentes no jogo. Um conceito simples, mas bastante inovador que vem refrescar o género dos First Person Shooters, que já andava a precisar de uma lavagem desde há algum tempo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos vídeos disponibilizados pela Valve, Portal começou a criar grandes expectativas em volta de toda a imprensa e comunidade jogadora. O facto de podermos “dominar” o Espaço, começou desde cedo a suscitar as ideias mais imaginativas em torno dos jogadores. Havia até quem já imaginasse implementar esta mecânica na série Half-life, o que até é bem provável no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aperture Science&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Toda a acção de Portal se passa nos laboratórios da Aperture Science e o jogador vai percorrer a aventura na pele de Chell, uma cobaia que vai ser alvo das variadas experiências propostas por GLaDOS (Genetic Lifeform and Disk Operating System), inteligência artificial que nos vai dando instruções ao longo da aventura ao mesmo tempo que nos desmotiva. E o único incentivo que temos é o prémio final: bolo de chocolate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Chell, a personagem que controlamos, podemos vê-la ao longo do jogo (ao contrário de Gordon Freeman em Half-life), dependendo do sítio onde dispomos os portais. Não possuímos barras de energia, mas podemos morrer nalgumas situações: se formos expostos durante algum tempo a tiros ou se nos afogarmos em ácido, por exemplo. Mas não se preocupem com as quedas, disfrutem à vontade da Física, pois não morrem ao caírem de sítios elevados. No seu todo, Chell pareceu-me uma personagem interessante e algo me diz que esta, no futuro, ainda vai ter um importante papel a desempenhar na série Half-life (Episode 3, quem sabe?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros níveis de Portal são bastante simples, servindo como uma espécie de tutorial para o resto da aventura. Os enigmas, na maior parte das vezes, não exigem grande esforço e pensamento, bastando explorar atentamente os cenários para chegar à solução do problema. Normalmente, estes puzzles consistem em activar plataformas, pressionar botões com a ajuda de caixotes que transportamos, conduzir bolas de energia para activar portas e tarefas desse género.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há um aspecto em que Portal abusa (e ainda bem) é na Física. Os portais permitem-nos brincar com a Física de inúmeras maneiras e, ao contrário do que possam pensar, de forma bastante real. Por exemplo, imaginem que abrem um portal na parede à vossa frente e outro no chão ao lado de vossa casa. Atiram-se de cima do telhado de vossa casa para o portal que se encontra no chão e serão projectados pela parede à mesma velocidade que tinham ao cair do telhado. Brilhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que referi no parágrafo anterior foi apenas um exemplo para demonstrar a Física de Portal, pois como podem calcular, não existem casas ao longo do jogo. Em Portal, a maior parte dos cenários são brancos, com aspecto frio e inóspito, desprovidos de qualquer tipo de vida. Ou seja, típicos de laboratórios que apenas têm um propósito científico. Apesar disso, os vários níveis contêm alguns elementos necessários para progredir na aventura, como maquinaria, caixotes e bolas de energia ou alguns inimigos, como é o caso dos engraçados turrets, robôs que disparam na nossa direcção ao sentirem a nossa presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que toca aos aspectos técnicos, os cenários encontram-se bem retratados, mas o motor Source está a precisar de umas férias (basta comparar o grafismo deste Portal com qualquer jogo actual). Já na componente sonora, Portal não é brilhante, mas cumpre. Temos a deliciosa voz de GLaDOS (e nalguns níveis dos turrets) a dominar o ambiente, juntamente com os bem produzidos efeitos sonoros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;This was a triumph…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Portal é uma excelente experiência, uma pérola no mundo dos videojogos que por si só já torna obrigatória uma vista de olhos na Orange Box. Pena que seja extremamente curto, bastando 2 ou 3 horas para completar a aventura, mas isso não invalida a sua qualidade e o grande tributo que lhe deve ser prestado. Só me resta aplaudir a Valve por mais um memorável jogo, que devido à sua originalidade, é capaz de ter feito a indústria avançar mais um passo rumo à evolução dos videojogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontos fortes&lt;/strong&gt;: Uma excelente experiência que beneficia de uma espantosa mecânica de jogo, que nos diverte de início ao fim. Personagem GLaDOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontos fracos&lt;/strong&gt;: Longevidade, gráficos datados. Quando se acaba, parece que sabe a pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota Final&lt;/strong&gt;: 17/20&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-3998187995250182462?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/3998187995250182462/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=3998187995250182462' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3998187995250182462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3998187995250182462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/03/portal.html' title='Portal'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R-mQGn6UX8I/AAAAAAAAABo/Iu3uWheaQl0/s72-c/1007Portal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-8178106526503894373</id><published>2008-03-25T23:33:00.000Z</published><updated>2008-03-25T23:41:28.922Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>Problema com as Mini-Críticas</title><content type='html'>Devido a problemas de tempo e disponibilidade, lamento informar que as mini-críticas já não têm periodicidade quinzenal, como certamente já devem ter reparado. Nestes termos, a partir de agora, as mini-críticas não terão qualquer tipo de periodicidade, continuando a ser produzidas de tempos a tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, peço desculpa e obrigado pela compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-8178106526503894373?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/8178106526503894373/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=8178106526503894373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8178106526503894373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/8178106526503894373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/03/data-das-mini-crticas.html' title='Problema com as Mini-Críticas'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-7544331076319610943</id><published>2008-02-06T14:54:00.000Z</published><updated>2008-02-06T20:10:47.577Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mini-Crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Playstation 2'/><title type='text'>Mini-Crítica # 2 - Devil May Cry 3 (Special Edition)</title><content type='html'>&lt;a href="http://img67.imageshack.us/img67/9056/screenshot0031yc.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img67.imageshack.us/img67/9056/screenshot0031yc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpa aos leitores pelo atraso. É que neste momento tenho andado com uns problemas de Internet, daí a minha impossibilidade de dedicar mais tempo ao blog. Passando este "aparte", o jogo escolhido para esta segunda mini-crítica foi Devil May Cry 3, mais precisamente, a Special Edition, que possui alguns melhoramentos em relação à versão normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enredo&lt;/strong&gt;: Devil May Cry 3 é uma prequela aos anteriores jogos da série. Jogamos no papel de Dante (um tipo cheio de manias, mas com estilo) e vamos descobrir o seu passado ao longo da aventura. Dante tem um irmão gémeo, de seu nome Vergil, que tem fome de poder e pretende reabrir o portal dos demónios que o seu pai, Sparda, tinha fechado, há milhares de anos atrás. Dante tem a função de proteger o mundo contra estas forças malignas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grafismo&lt;/strong&gt;: Em termos gráficos, Devil May Cry 3 encontra-se muito bom. Não, não puxa ao máximo pela Playstation 2, não se encontrando ao nível de gigantes como God of War. Mas todo o ambiente gótico, cenários sombrios e inimigos (com especial destaque para os bosses) encontram-se bem retratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogabilidade&lt;/strong&gt;: Talvez o melhor aspecto do jogo. Apesar de alguns graves problemas de câmara, Devil May Cry 3 é muito divertido, apresentando-se como um autêntico hack 'n' slash com acção frenética e muitas combinações que vos poderão fazer "despachar" um número infindável de inimigos e bosses que vos vão dar a volta aos miolos. Além disso, terão à vossa disposição vários estilos de luta e diferentes armas (onde se incluem um par de pistolas, uma caçadeira, o nunchaku Cerberus, a espada Rebellion, entre outras) que podem escolher usar de acordo com o vosso género de combate. Também existem sequências de exploração e, raramente, será-vos apresentado um ligeiro enigma, mas o grande foco do jogo encontra-se no combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Som&lt;/strong&gt;: O som encontra-se fantástico, e adapta-se perfeitamente à aventura, onde podemos presenciar sequências de heavy metal nas cenas com mais acção e músicas mais calmas quando nos encontramos a explorar ou a resolver um puzzle. Os efeitos sonoros também estão bem executados. E as vozes encontram-se a um bom nível, com os actores a desempenharem bem o seu papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: Como nota final, posso já adiantar que este jogo exige bastante do jogador. A dificuldade encontra-se acima da média e toda a acção exige uma boa estratégia e combinação de ataques, já que a energia é pouca para tantos inimigos, principalmente para os fortíssimos bosses. Apesar de tudo, destaque para esta edição especial, onde a dificuldade encontra-se reduzida, o grafismo é mais polido, existem novos modos de jogo e ainda têm a opção de jogar na pele de Vergil. Sem dúvida, uma experiência de acção a não perder, caso não tenham a versão original, obviamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final&lt;/strong&gt;: (&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;++&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-7544331076319610943?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/7544331076319610943/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=7544331076319610943' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/7544331076319610943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/7544331076319610943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/02/mini-crtica-2-devil-may-cry-3-special.html' title='Mini-Crítica # 2 - Devil May Cry 3 (Special Edition)'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-4292899214194843711</id><published>2008-01-19T15:30:00.000Z</published><updated>2008-01-25T21:01:38.472Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nintendo DS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mini-Crítica'/><title type='text'>Mini-Crítica # 1 - Hotel Dusk: Room 215</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R5IuMiSxuOI/AAAAAAAAABI/bh9EWzNOsYM/s1600-h/hd215.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157235316191508706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="88" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R5IuMiSxuOI/AAAAAAAAABI/bh9EWzNOsYM/s200/hd215.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Bem-vindos à primeira mini-crítica do Mind Gamer. O primeiro jogo escolhido foi Hotel Dusk: Room 215, uma aventura point &amp;amp; click que vos irá trazer certamente muitas horas de diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enredo&lt;/strong&gt;: É sem dúvida o ponto mais forte de Hotel Dusk. Toda a acção se passa neste Hotel e durante apenas uma noite, que se encontra dividida em 10 capítulos. Nós somos Kyle Hyde, um ex-detective que procura pistas em relação ao seu ex-colega de trabalho e amigo, Brian Bradley, que se julga morto devido a um incidente ocorrido no passado. Neste Hotel vamos interagir com muitas personagens o que irá levar a que além do enredo principal, também decifremos outras intrigas secundárias, que se encontram todas, directa ou indirectamente, interligadas e que nos ajudarão a perceber as razões dos actos de Bradley. Contem com grandes surpresas ao longo do enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grafismo&lt;/strong&gt;: Este é um ponto bastante forte em Hotel Dusk. Os cenários estão muito bem detalhados num ambiente 3D tecnicamente bem realizado e as personagens encontram-se magnificamente bem retratadas, num estilo diferente, que nos fazem babar tamanha é a componente artística imposta nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogabilidade&lt;/strong&gt;: Hotel Dusk é um autêntico point &amp;amp; click com muito que explorar e interagir, mas que aproveita em grande as potencialidades da DS como o ecrã táctil ou a interacção entre os dois ecrãs. Também têm quantidades colossais (acreditem, não estou a exagerar) de diálogos a fazer e para descontrair, alguns passatempos como uma partidinha de bowling ou a resolução de alguns puzzles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Som&lt;/strong&gt;: Outra grande componente de Hotel Dusk. Existem dezenas de melodias e cada uma adapta-se perfeitamente a cada situação. Os efeitos sonoros também estão de boa qualidade, como o bater nas portas, o som dos passos ou o telefone a tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: Atenção, este é um jogo point &amp;amp; click com muita exploração e diálogos e têm de ter bastante paciência e dedicação para progredirem no enredo. Não aconselhado a quem não aprecia aventuras point &amp;amp; click, mas para os restantes jogadores é um bom jogo que marca essencialmente pelo excelente enredo e ambiente do Hotel Dusk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final&lt;/strong&gt;: (&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-4292899214194843711?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/4292899214194843711/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=4292899214194843711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/4292899214194843711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/4292899214194843711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/01/mini-crtica-1-hotel-dusk-room-215.html' title='Mini-Crítica # 1 - Hotel Dusk: Room 215'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R5IuMiSxuOI/AAAAAAAAABI/bh9EWzNOsYM/s72-c/hd215.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-1188416122339478903</id><published>2008-01-18T22:12:00.000Z</published><updated>2008-01-19T16:50:45.364Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>Mini-Críticas</title><content type='html'>Sim, por agora em diante vou começar a postar mini-críticas de um determinado jogo. Estas críticas vão ser feitas, em princípio, de duas semanas em duas semanas e não têm o objectivo de substituir as análises (até pode haver uma do jogo em causa mais tarde). Os jogos abordados nestas mini-críticas vão ser avaliados tendo por base os seguintes aspectos:&lt;br /&gt;- Enredo&lt;br /&gt;- Grafismo&lt;br /&gt;- Jogabilidade&lt;br /&gt;- Som &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friso também que cada jogo irá ter uma nota à parte a salientar e além disso, irá ter uma simples avaliação:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;) Péssimo, mau ou fraco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;~&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) Mediano, com alguns erros e que não agradará a muitos&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) Bom, os apreciadores do género irão certamente gostar do jogo&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;++&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) Muito bom, definitivamente um jogo a experimentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que apreciem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-1188416122339478903?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/1188416122339478903/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=1188416122339478903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/1188416122339478903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/1188416122339478903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2008/01/mini-crticas.html' title='Mini-Críticas'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-2735406975958825465</id><published>2007-12-26T23:23:00.001Z</published><updated>2008-01-25T20:59:30.456Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PC'/><title type='text'>Fahrenheit</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R3LnmySxuNI/AAAAAAAAABA/N3Hp0uXMByU/s1600-h/fahrenheit.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148431977559472338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" height="111" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R3LnmySxuNI/AAAAAAAAABA/N3Hp0uXMByU/s200/fahrenheit.jpg" width="167" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Quantic Dream é uma produtora diferente das outras. O seu objectivo não é lançar jogos e sequelas repetidas anos a fio, tendo em vista apenas o lucro obtido e não se preocupando com a experiência de jogo. Não, a Quantic é diferente. Os jogos que lança têm intenção de inovar e marcar o jogador, nem que para isso demorem vários anos a completarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, a Quantic lançou Omikron: The Nomad Soul. Amado por uns e odiado por outros, o que é certo é que com esta obra, a Quantic ainda não tinha recebido o respeito e carinho desejados, por parte da crítica e dos jogadores. Foram precisos 6 anos para a Quantic provar o seu verdadeiro valor. Sim, Fahrenheit é um grande jogo e se alguém tinha dúvidas quanto à qualidade da Quantic, estas com certeza dissiparam-se com este excelente título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um jogo de emoções&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo começa na casa de banho de um café, em Nova York. Somos presenteados com uma excelente sequência de vídeo não jogável que serve de introdução à nossa aventura. Lucas Kane, personagem principal, assassina um homem que urinava calmamente nessa mesma casa de banho. O mais estranho é que Lucas não tinha a mínima intenção de o assassinar. Todo o acto de esfaqueamento é feito com Lucas fora de si, numa espécie de transe, como se algo o controlasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aqui que a acção começa. Não percebendo as razões do seu terrível acto, Lucas apenas tem preocupação em esconder as provas do crime antes que alguém se aperceba do sucedido. E é melhor sermos rápidos, pois um polícia aproxima-se da casa de banho onde nos encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como puderam comprovar nos parágrafos anteriores, o enredo de Fahrenheit é deveras emocionante e prende-nos logo desde início. São raríssimos os momentos chatos e desinteressantes. A Quantic esmerou-se ao desenvolver uma aventura empolgante de princípio ao fim. Preparem-se, com Fahrenheit vão viver uma autêntica salada (não me lembrei de uma palavra melhor) de emoções. Vão rir-se, vão zangar-se, vão viver momentos de tensão (assim como de alívio), vão comover-se… Enfim, vão “viver” o jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No caminho da inovação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparem-se para ver algumas das personagens mais credíveis de todos os tempos. Controlamos três personagens: Lucas Kane, Carla Valenti e Tyler Miles. Se no primeiro vamos viver na pele de um criminoso fugido à polícia em busca das razões que o levaram a cometer o homicídio, já nos segundos vamos interpretar o papel de dois detectives na procura de provas para descobrir o verdadeiro culpado do crime cometido na casa de banho. Em raras ocasiões, também vamos poder controlar Marcus Kane (irmão de Lucas) que como poderão constatar se jogarem o jogo, tem um papel importante a cumprir no meio de toda esta trama. Todas as personagens representam emoções fortes e cada uma tem a sua maneira de ser. Lucas é stressado e por vezes tem alucinações devido ao assassínio, Carla é claustrofóbica e tem um modo sério de estar perante as situações, Tyler é mais descontraído e encara os problemas de uma forma mais relaxada (e por vezes cómica) e Marcus é padre, sendo compreensivo com Lucas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Fahrenheit, podemos interagir com vários elementos do cenário de uma forma bastante intuitiva. Basta aproximarmos a nossa personagem ao respectivo objecto e imitarmos com o rato o movimento a realizar (que aparece no topo do ecrã), movimento esse que se assemelha bastante ao real. Por exemplo, ao manejarmos um iô-iô, fazemos movimentos para baixo, para a frente ou mesmo em rodopios e se nos queremos levantar ou sentar, basta fazer o movimento para cima e para baixo, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da aventura, apenas existem alguns momentos de acção, mas com o avanço do enredo estes vão sendo constantes. Mas se pensam que vão fazer à bela maneira de um jogo de acção, pegando em armas e destruindo tudo à vossa volta, podem desde já tirar o cavalinho da chuva. Estas sequências são normalmente marcadas por dois círculos coloridos que se encontram no centro do ecrã, onde com as setas do teclado e com a ajuda do rato, devemos marcar as respectivas cores apresentadas nos círculos, ou então, noutras sequências devemos primir respectivamente as teclas da seta esquerda e direita num esforço árduo para cumprir o nosso objectivo. Estes controlos exigem alguns reflexos e combinam bastante bem com as intensas cenas de acção, proporcionando-nos momentos (alguns género “Matrix”) verdadeiramente épicos. Ao lerem pode parecer complicado, mas com a ajuda de um bom tutorial e com alguma prática, ficam habituados. Talvez os controlos sejam mais fáceis de aplicar num gamepad, mas na minha opinião, a Quantic fez um excelente trabalho na implementação dos mesmos no PC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da jogabilidade, também o sistema de câmaras de Fahrenheit é bastante inovador. Podemos observar o cenário através de vários ângulos usando câmaras tanto na terceira como na primeira pessoa e ainda outra exterior. Tudo isto permite termos um bom panorama do ambiente à nossa volta (muito útil, principalmente nas sequências de infiltração). Outro pormenor bastante interessante é o aparecimento de várias câmaras (através de várias janelas no ecrã), principalmente em sequências em que apenas dispomos de algum tempo para completarmos a tarefa, mostrando-nos diferentes pontos de vista da aventura. Por exemplo, logo na primeira sequência jogável (ler 4º parágrafo), enquanto nós (no papel de Lucas Kane) tentamos esconder as várias provas do crime cometido na casa de banho, aparece outra câmara mostrando o polícia que vem na nossa direcção. Assim, podemos ter uma percepção do que se passa, não só connosco, mas também com outras personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Viver o jogo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensam que em Fahrenheit tudo é trabalho, relaxem. Existem inúmeras actividades a realizar, fugindo um pouco à tensão e rotina da aventura. Vamos poder jogar basquetebol, ir ao ginásio, espancar um saco de boxe, brincar com um iô-iô, praticar a nossa pontaria em sessões de tiro ao alvo, tocar guitarra, entre outras. E é melhor que desanuviem um pouco, pois Fahrenheit tem um barra que mede o estado de espírito da nossa personagem. Beber água ou urinar elevam-nos o estado de espírito, mas se ligarem a televisão e se estiver a passar más notícias, isso desanima-nos um pouco. Estes são alguns exemplos de pequenos pormenores que têm uma determinada quota de importância na acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nossas escolhas também são muito importantes e influenciam o decorrer da aventura. Nos diálogos, por vezes temos várias hipóteses de resposta e devemos pensar bem na resposta a dar (mas atenção, apenas temos um certo limite de tempo). Em Fahrenheit, todas as nossas acções influenciam a aventura. Por exemplo, se sofremos uma desilusão amorosa (sim, isto aconteceu-me no jogo) não devemos sequer pensar em bebidas alcoólicas, pois se as ingerirmos vamos parar directamente ao save mais próximo. O que devemos fazer nesse caso é encontrar formas de subir o nosso estado de espírito, como tocar guitarra. Tal como na vida real, tudo tem consequências em Fahrenheit, por isso tenham atenção aos vossos actos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar das nossas escolhas terem influência na acção, não são suficientes para delinear o nosso próprio final. Este aspecto desiludiu-me um pouco. Podemos aceder a três finais distintos, bastando passar de forma diferente o último capítulo do jogo. Talvez uma estratégia da Quantic para aumentar a longevidade do jogo, que ao fim e ao cabo, não ultrapassa as 10/11 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um jogo para recordar…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos gráficos, o jogo é competente, apesar de ter texturas pobres e de deixar algo a desejar no que toca ao design de alguns cenários (principalmente os exteriores). No geral, o “mundo” de Fahrenheit encontra-se bem retratado e dou especial destaque às expressões faciais das personagens, altamente credíveis. As animações também estão de grande qualidade, principalmente nas sequências de fuga por parte de Lucas Kane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nível sonoro, não há razões de queixa. Os temas compostos por Angelo Badalamenti são excepcionais, combinando na perfeição com as sequências tensas de Fahrenheit. Nalguns momentos, também podemos ouvir temas musicais de algumas bandas onde se destacam os Theory of a Dead Man ou de artistas como Teddy Pendergrass e Patrice Rushen. Destaque também para os diálogos que se encontram muito bem representados pelos respectivos actores, ao belo estilo de um bom filme de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para os verdadeiros fãs desta aventura, ainda existem itens para desbloquear. Através da recolha de cartas ao longo de todo o jogo, vamos angariando pontos que nos permitem desbloquear músicas do jogo, artwork, vídeos making-of…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fahrenheit é um grande jogo. Não é um Need For Speed ou um Grand Theft Auto que primam pela sua diversão. Fahrenheit tem algo mais. Se são adeptos de uma boa aventura, se apreciam um bom enredo, se gostam de sentir emoções fortes ou se, simplesmente, procuram uma proposta diferente, Fahrenheit é o vosso jogo. Uma experiência marcante, que vamos recordar durante muito, muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontos fortes:&lt;/strong&gt; Excelente enredo, personagens credíveis, bom ambiente... Um grande filme interactivo (ou jogo, como preferirem) para mais tarde recordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontos fracos:&lt;/strong&gt; Talvez o grafismo pobre ou o facto do final do jogo se delinear apenas no último capítulo, mas estas são meras gotas num imenso oceano de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota Final:&lt;/strong&gt; 19/20&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-2735406975958825465?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/2735406975958825465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=2735406975958825465' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/2735406975958825465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/2735406975958825465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2007/12/fahrenheit.html' title='Fahrenheit'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/R3LnmySxuNI/AAAAAAAAABA/N3Hp0uXMByU/s72-c/fahrenheit.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-3250848782511946620</id><published>2007-12-20T11:05:00.000Z</published><updated>2007-12-20T12:04:24.757Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo de opinião'/><title type='text'>Enredo dos Videojogos: essencial ou dispensável?</title><content type='html'>Desde pequeno que tenho uma paixão por videojogos. Na minha infância joguei Tetris, Mario, Crash Bandicoot, entre outros títulos simples. Mas nessa altura, jogava por puro divertimento. Não me interessava "porque é que acontecia isto ou aquilo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o avanço do tempo, fui descobrindo outros títulos e neste momento, as minhas prioridades são outras. O simples divertimento não basta. Além dos aspectos técnicos do jogo, um bom enredo é essencial para a minha motivação no decorrer da acção. Uma boa estória desperta-nos emoções, envolve-nos no jogo e ajuda-nos a compreender o motivo das nossas acções para o desenvolvimento na aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu olho para a maior parte dos jogadores de hoje em dia e estes preferem títulos como Pro Evolution Soccer ou FIFA que estão isentos de qualquer tipo de enredo. Será que apenas um número bastante limitado de jogadores é que se importa com uma boa estória? A maior parte dos jogadores consideram os videojogos uma forma de entretenimento tão banal e superficial ao ponto de ignorarem o seu enredo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento ando a jogar Fahrenheit e posso-vos dizer que até agora nunca tinha jogado um jogo que me despertasse tantas emoções como este (com excepção talvez de Half-life 2), devido sobretudo à excelente intriga em torno do jogo, que nos prende logo de início e motiva-nos a progredir na aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que há títulos que não necessitam de um enredo muito complexo. Basta ver o exemplo do Super Mario Galaxy que possui a sua estória tradicional, mas mesmo assim é um dos grandes jogos do ano. Claro que também depende do género de jogos. Um RPG ou uma aventura gráfica são propícios à criação de um enredo mais construído e desenvolvido, mas não impede que outros géneros possuam uma estória boa o suficiente para nos prender ao ecrã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom enredo não só melhora a experiência videojogável, como ajuda-nos a desenvolver como seres humanos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-3250848782511946620?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/3250848782511946620/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=3250848782511946620' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3250848782511946620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/3250848782511946620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2007/12/enredo-dos-videojogos-essencial-ou.html' title='Enredo dos Videojogos: essencial ou dispensável?'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2987238887246247306.post-419093458233820748</id><published>2007-12-19T10:48:00.000Z</published><updated>2007-12-19T10:53:11.521Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>Bem-vindos</title><content type='html'>Bem-vindos ao meu blog,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vão poder ler artigos, principalmente sobre videojogos. Contem com análises, artigos de opinião, entrevistas e porventura, algumas notícias. Além de videojogos, de tempos a tempos, vão poder ler uma outra opinião sobre outras formas de entretenimento, nomeadamente cinema ou livros, mas o blog centra-se, prinicipalmente, nos temas à volta desta grande indústria em crescimento, que são os videojogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o Fernando, espero que apreciem o meu trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprimentos a todos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2987238887246247306-419093458233820748?l=mindgamerpt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/feeds/419093458233820748/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2987238887246247306&amp;postID=419093458233820748' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/419093458233820748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2987238887246247306/posts/default/419093458233820748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mindgamerpt.blogspot.com/2007/12/bem-vindos.html' title='Bem-vindos'/><author><name>Fernando Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10474855939901791144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_k2ofSsI0RpA/SFOyQ-jFs6I/AAAAAAAAAB0/78Dvu98txDI/S220/avatar+oficial+death+note.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
